Artigo: O trabalho invisível que salva vidas

Artigo: O trabalho invisível que salva vidas

Fonte: Correio Braziliense

Diz o ditado que “é melhor prevenir do que remediar”. Com essa visão que salva vidas e um trabalho silencioso e eficaz, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou o balanço da Operação Carnaval, realizada entre 25 de fevereiro e 2 de março, que teve por objetivo “promover a segurança viária nos deslocamentos dos usuários pelas rodovias federais”. Segundo a corporação, foram mais de 300 mil pessoas fiscalizadas, com 77.832 autos de infração, 78.958 testes de etilômetro e 1.092 prisões. Aconteceram 330 acidentes graves, com 106 mortes e 1.298 pessoas feridas, além da recuperação de 201 veículos roubados, a apreensão de 2 toneladas de maconha e 437 quilos de cocaína durante a operação, que parou 132.931 veículos em todo o país.

O levantamento aponta que houve alta em todos os registros em comparação com 2021, tanto no que diz respeito ao aumento nas fiscalizações e apreensões, quanto, infelizmente, na quantidade e na letalidade dos acidentes de trânsito, apesar do máximo empenho dos policiais no combate à violência nas rodovias brasileiras.

Um fato extremamente importante: a visão que a sociedade tem dos PRFs é a de uma polícia cidadã, que protege, informa e que ajuda e orienta motoristas Brasil afora. Outro fato que merece destaque são os números que mostram claramente o trabalho silencioso e eficiente que os policiais rodoviários federais desenvolveram apenas em um período relativamente curto. O dia a dia dos PRFs é tão agitado quanto nos feriados prolongados, mas a estrutura disponível está bastante aquém do necessário.

Muito se falou nos últimos meses sobre aumento nos salários, mas pouco se informou sobre a necessidade de reestruturação da categoria. Quando o presidente Jair Bolsonaro declarou que destinaria recursos do Orçamento de 2022 para os PRFs, ele estava reconhecendo a importância e a necessidade de reestruturar uma carreira tão desestruturada em sua organização. Não se pode deixar de lembrar que, desde que deixou de fazer parte do antigo Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (Dner) e passou a integrar a estrutura do Ministério da Justiça, a PRF jamais teve uma reestruturação.

Diz o ditado que “é melhor prevenir do que remediar”. Com essa visão que salva vidas e um trabalho silencioso e eficaz, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou o balanço da Operação Carnaval, realizada entre 25 de fevereiro e 2 de março, que teve por objetivo “promover a segurança viária nos deslocamentos dos usuários pelas rodovias federais”. Segundo a corporação, foram mais de 300 mil pessoas fiscalizadas, com 77.832 autos de infração, 78.958 testes de etilômetro e 1.092 prisões. Aconteceram 330 acidentes graves, com 106 mortes e 1.298 pessoas feridas, além da recuperação de 201 veículos roubados, a apreensão de 2 toneladas de maconha e 437 quilos de cocaína durante a operação, que parou 132.931 veículos em todo o país.

O levantamento aponta que houve alta em todos os registros em comparação com 2021, tanto no que diz respeito ao aumento nas fiscalizações e apreensões, quanto, infelizmente, na quantidade e na letalidade dos acidentes de trânsito, apesar do máximo empenho dos policiais no combate à violência nas rodovias brasileiras.

Um fato extremamente importante: a visão que a sociedade tem dos PRFs é a de uma polícia cidadã, que protege, informa e que ajuda e orienta motoristas Brasil afora. Outro fato que merece destaque são os números que mostram claramente o trabalho silencioso e eficiente que os policiais rodoviários federais desenvolveram apenas em um período relativamente curto. O dia a dia dos PRFs é tão agitado quanto nos feriados prolongados, mas a estrutura disponível está bastante aquém do necessário.

Muito se falou nos últimos meses sobre aumento nos salários, mas pouco se informou sobre a necessidade de reestruturação da categoria. Quando o presidente Jair Bolsonaro declarou que destinaria recursos do Orçamento de 2022 para os PRFs, ele estava reconhecendo a importância e a necessidade de reestruturar uma carreira tão desestruturada em sua organização. Não se pode deixar de lembrar que, desde que deixou de fazer parte do antigo Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (Dner) e passou a integrar a estrutura do Ministério da Justiça, a PRF jamais teve uma reestruturação.